
Os Coldplay
temem ir à falência se continuarem a distribuir pulseiras luminosas
pelo público, na digressão de apresentação de “Mylo Xyloto”.
Segundo Chris Martin, vocalista, a banda está, neste momento, a tentar
descobrir uma forma de continuar a oferecer as pulseiras, que vão
mudando de cor ao longo da atuação do grupo, aos seus fãs, sem falir.
“A maioria do dinheiro que estamos a ganhar com esta digressão é
investido nas pulseiras. Temos que arranjar forma de continuar a
utilizá-las sem ir à falência, pois elas são uma parte crucial do
espetáculo”, revelou, em entrevista ao “Sun”.
Martin acrescentou ainda que recolher as pulseiras no final de cada
atuação estava fora de questão, tendo a ideia tido sido posta de parte
pelos advogados da banda: “Terias que limpá-las todas, não fosse alguém
contrair herpes ou tuberculose. Os nosso advogados contaram-nos que
seríamos processados, caso o fizéssemos, e, tendo sido processados já
algumas vezes, não estamos interessados nisso”.
Ainda sobre as pulseiras, o vocalista dos Coldplay
comentou: “É um pouco autoindulgente, mas nós adoramos o aspeto que
geram, quando há 15 mil ou 40 mil pessoas a usá-las”.
Recorde-se que que as pulseiras em causa, também conhecidas por
Xylobands, foram desenhadas por um inventor de brinquedos sexuais. “A
tecnologia ainda é muito experimental”, admitiu Chris Martin.