Fred Durst repetiu inúmeras vezes que adoravam Portugal, dizendo a certa altura que mal sairam do avião, aperceberam-se de como estavam felizes por estarem de volta a Lisboa.
O concerto começou com o hino do início da década passada “My Generation”, que provocou uma correria gigante de todos os lados do recinto.
Destaque para o final de “Livin’ it Up”, em que Durst foi para o meio do público. Momentos depois, o vocalista de 41 anos perguntou quem estava entusiasmado por ver Linkin Park, começando inclusivamente a cantar o refrão de “In The End”, que foi imediatamente completado pela multidão.
“My Way”, que está claramente entre as preferidas do público, foi dedicada a Lisboa. Em “Break Stuff” (entoada entusiasticamente pelas pessoas) Durst surpreendeu quem estava mais atrás, percorrendo o corredor em frente ao palco e trepando para a mesa de som. O músico foi recebido por gritos e aplausos dos fãs, que conseguiram vê-lo de perto.
Houve ainda tempo para o início do refrão de “Why Don’t You Get a Job”, dos Offspring, mais uma vez completado pelo público.
A banda estava tão satisfeita quanto a multidão; para além dos já referidos elogios ao longo de todo o concerto, Durst concluiu no final da actuação que este «era um dos melhores dias da história recente dos Limp Bizkit».
O explosivo “Rollin' (Air Raid Vehicle)” terminou o concerto, não sem antes Durst gritar “God bless Lisboa!”.
